Duas palavras que surgem sistematicamente ao debater o tema da liderança são consistência e flexibilidade:
Quando você analisa um pouco essas declarações, você descobre que elas se encaixam perfeitamente:
Neste sentido, os bons líderes são confiáveis para atingir ou exceder as expectativas de desempenho e ter em mente os melhores interesses das pessoas com quem eles trabalham. Eles sempre fornecem feedback sincero e objetivo para quem está à sua volta a serviço desses objetivos. Os bons líderes também reconhecem ativamente que o mais inconsistente que eles podem fazer é tratar todos da mesma forma. A flexibilidade é fundamental. As pessoas que estão aprendendo um novo conjunto de competências pela primeira vez e estão entusiasmadas com isso são radicalmente diferentes daquelas que podem desempenhar seu trabalho dormindo.
Portanto, como os bons líderes sabem quando fazer o quê? Eles desenvolvem e aprimoram suas competências de diagnóstico! Os bons líderes são pessoas meticulosas. Eles pensam (às vezes bastante) antes de agir. No contexto da Liderança Situacional®, eles identificam uma tarefa específica e avaliam objetivamente a habilidade (conhecimento, experiência e competência relacionados à tarefa) e a disposição (confiança, comprometimento
e motivação relacionados à tarefa) da pessoa que a desempenhará. Essa avaliação determina sua abordagem. (Capacitação? Colaboração? Estrutura?) E se isso parece fácil, permita-me dizer que não é!”
A objetividade é um termo que está fundamentado na lógica, mas é confrontado pelo viés. A maioria de nós exerce significativamente mais esforço defendendo nossa objetividade autopercebida do que identificando, reconhecendo e compensando nossos vieses. Essa realidade pode ser manifestada pelos gerentes que impulsivamente “colocam as pessoas em gavetas” em um esforço de justificar sua abordagem. Por exemplo:
Só para constar, Janice não é “Hábil e disposta!” Tudo depende do que pedimos para Janice fazer. O mesmo vale para Sheila. As pessoas não devem ser encaixotadas em gavetas! As pessoas estão em um nível ou outro da Prontidão para o Desempenho dependendo da tarefa que elas são responsáveis por completar. Sendo assim, tanto Janice quanto Sheila precisam ser avaliadas objetivamente tarefa por tarefa. E nisso reside a diferença entre o processo diligente que define a competência de diagnóstico e a negligência irresponsável do dever da liderança que está incorporado no ato de etiquetar.